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domingo, 29 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
o acalanto do pássaro
o acalanto do pássaro
lavou minha alma em lágrimas
a doçura do seu bico
na minha cabeça
seu canto dizendo
pra eu não ligar pra tanta mediocridade
poucos acreditam
porque acreditar exige um fiel amor
mas você é meu guardião
mesmo voando longe
seu canto vem de kilômetros
pra me fazer sorrir
ou chorar
porque você existe e pode me socorrer
(pode contar comigo, também, pai, Pai)
lavou minha alma em lágrimas
a doçura do seu bico
na minha cabeça
seu canto dizendo
pra eu não ligar pra tanta mediocridade
poucos acreditam
porque acreditar exige um fiel amor
mas você é meu guardião
mesmo voando longe
seu canto vem de kilômetros
pra me fazer sorrir
ou chorar
porque você existe e pode me socorrer
(pode contar comigo, também, pai, Pai)
sábado, 7 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
liberação
o dia está tão bonito lá fora
minhas penas secam ao Sol
sem vôos, só cisco
a gente é tão pequeno lá fora
toda a imensidão me libera
nenhum risco,
aprender a perder
e ganhar o que já me pertence
só
eu
e tudo lá fora
assim aqui dentro faz sentido
minhas penas secam ao Sol
sem vôos, só cisco
a gente é tão pequeno lá fora
toda a imensidão me libera
nenhum risco,
aprender a perder
e ganhar o que já me pertence
só
eu
e tudo lá fora
assim aqui dentro faz sentido
domingo, 1 de novembro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Jesus, come back to earth!!!
E que em teu coração
não tenha nenhuma coroa de espinhos
somente tua auréola divina
subtendida
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
terça-feira, 13 de outubro de 2009
profético
bem, estava dizendo
o homem e o cão na rua
quem salva e
quem guia
?
não quero mais estar com quem estaria
meu tempo é o presente
e meu modo é o ausente
do pretérito pesado
!
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
duas-dança-rua-cão
o homem que não se confia
pode dar a guarnição
mas quem disse que é ele?
quem guarda é o cão
vemos as luzes
a cobra tirana rende-se
trago a mensagem do lado de lá
quanto mais rente ao chão
mais fácil de se arrastar
pode dar a guarnição
mas quem disse que é ele?
quem guarda é o cão
vemos as luzes
a cobra tirana rende-se
trago a mensagem do lado de lá
quanto mais rente ao chão
mais fácil de se arrastar
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
domingo, 13 de setembro de 2009
fruit de la passion
As frutas da paixão orbitam sobre nossas cabeças.O vento nos eleva na brisa que vem cheirosa de erva. Nós, microcosmo que vem de muito tempo, estamos invariavelmente unidos no instante que sentimos.
sábado, 12 de setembro de 2009
Toada
Venha para Terra, meu Deus
eu vou te pedir de novo
abra o caminho de todos
e dê sabedoria ao povo
que eu também sou pecador
enxergo, mas não resolvo
___
Essa é de um boizinho de zabumba do Ribamar, entre tantas outras, puras narrativas de vida!
"É difícil caracterizar inequivocamente o curso das coisas (...) É determinado pela história sagrada ou pela história natural? Só se sabe que, enquanto tal, o curso das coisas escapa a qualquer categoria verdadeiramente histórico. Já se foi a época, diz Leskov, em que o homem podia sentir-se em harmonia com a natureza. O narrador mantém sua fidelidade a essa época, e seu olhar não se desvia do relógio diante do qual desfila a procissão das criaturas, na qual a morte tem seu lugar, ou à frente do cortejo, ou como retardatária miserável” (Walter Benjamin, em O Narrador)
eu vou te pedir de novo
abra o caminho de todos
e dê sabedoria ao povo
que eu também sou pecador
enxergo, mas não resolvo
___
Essa é de um boizinho de zabumba do Ribamar, entre tantas outras, puras narrativas de vida!
"É difícil caracterizar inequivocamente o curso das coisas (...) É determinado pela história sagrada ou pela história natural? Só se sabe que, enquanto tal, o curso das coisas escapa a qualquer categoria verdadeiramente histórico. Já se foi a época, diz Leskov, em que o homem podia sentir-se em harmonia com a natureza. O narrador mantém sua fidelidade a essa época, e seu olhar não se desvia do relógio diante do qual desfila a procissão das criaturas, na qual a morte tem seu lugar, ou à frente do cortejo, ou como retardatária miserável” (Walter Benjamin, em O Narrador)
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
travessura
sábado, 5 de setembro de 2009
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